Antes de conhecer a ficção cristã, eu só consumia livros seculares. Sempre soube escolher bem as minhas leituras, com base em princípios, mas mesmo assim, eu só consumia o que a maioria (e a imprensa) vendiam, pois não conhecia autores cristãos ainda.
Entretanto, quando crescemos, percebemos que nem todo autor que você gosta, realmente traz algo de edificante, afinal, no mundo atual, para algumas pessoas, mais vale dinheiro, poder e status — pagando de bom moço — do que valores reais, ensinados e instituídos por Deus.
Sabe aquele autor que escreve bem, tem uma dinâmica boa, mas depois você descobre que ele não tem os mesmos valores que você? Então! Isso aconteceu comigo depois que criei maturidade e percebi o que cada autor defendia ou colocava em suas histórias.
Tem gente que ainda consome e eu não julgo, cada um consome o que quer, mas eu, particularmente não me identifico mais, principalmente depois de ver que não combina com aquilo que eu acredito.
Quem sabe com propriedade o que realmente acredita, não negocia valores! Desta forma, aqui vou listar 5 autores que eu amava e deixei de amar, porque eles mesmos decidiram se corromper no meio do caminho.
Lá vai:
Carina Rissi
Li 4 livros da autora, sendo meu favorito, o livro “Procura-se Um Marido”, que fala sobre um casamento de conveniência entre o casal principal, no estilo bem “dorama”, e na época gostei muito, e até hoje tenho um carinho especial por essa obra! No entanto, desde aquela época, ela já colocava alguns palavrões nos diálogos.
Na época, não me incomodou, afinal, todo mundo xinga de vez em quando, mas, depois eu percebi que nos livros posteriores ela exagerou demais nos palavrões e também sensualizou demais as obras dela, coisa que não tinha no passado, de forma que eu nem li as últimas obras dela, tanto pelo vocabulário quanto pela erotização.
Resultado: não leio mais Carina Rissi
Meg Cabot
Li um livro independente dela chamado “Liberte Meu Coração”, que tenho um carinho muito grande e não consigo me desfazer desse livro, e uma duologia, chamada “A Garota Americana”, porém são dois livros bem fracos para adolescentes, sendo que o segundo fala sobre o momento de a irmã mais velha da protagonista “fazer aquilo”, e a autora repete a expressão várias vezes. Isso me incomodou profundamente e nunca mais li nada dela, e isso já faz MUITOS ANOS!
Erotizar um livro para adolescentes? Transar com o namorado aos 17 anos como se fosse normal? Isso com certeza não é de Deus! Apesar de não mostrar sexo explícito, insinua muitas vezes, sendo extremamente desagradável!
Alguns dos próprios fãs da Meg — os que têm juízo e não só passam pano o tempo inteiro — acham essa duologia fraca demais, sendo a pior — ou uma das piores — obras dela já publicadas. Mas como quem tem e quer mais dinheiro não tem vergonha na cara, ela publicou essa vergonha alheia mesmo assim.
PS: Nunca li “O Diário da Princesa”, mas também não me faz falta alguma.
Marina Carvalho
Descobri essa autora ainda na adolescência e amei a trilogia “Simplesmente Ana”, e cheguei até a pensar em continuar lendo os livros dela, mas, quando peguei uma outra obra dela, descobri que ela colocou o feminismo no livro, e descobri pelas redes sociais o quanto ela era feminista a ponto de apoiar e seguir “dorameiras feministas” nas redes sociais e usar linguagem neutra em publicações nas redes, colocando a letra “X” no final da palavra. Agora, me diga: que tipo de escritora e professora de português usa LINGUAGEM NEUTRA (sim, em letras garrafais e em negrito) para se expressar publicamente e matar o português?!
Essa maldita linguagem não-binária nunca foi para incluir ninguém, e sim para modificar os padrões e regras da língua portuguesa, com um marketing fajuto com algumas palavras, mas a verdade é que não dá para falar uma frase inteira com esse “dialeto”, sendo completamente inutilizável. Mais absurdo ainda é alguém que ensina português, usar isso como se fosse normal.
Feminismo não é de Deus, é do capeta, assim como essa linguagem de ETs. Resultado: Marina Carvalho NUNCA MAIS!
Lucinda Riley
Conheci essa autora ainda na adolescência também, e continuei lendo até o início da fase adulta, com os meus 18/19 anos e, sendo assim, li uns 7 livros dela em uma base de 4 ou 5 anos. Quando ela morreu, fiquei muito triste e decidi não colecionar mais livros dela, e ficar apenas com as boas lembranças dos livros que li quando adolescente.
Mas, algo a mais me dizia para não consumir os demais livros, e eu não sabia o que era, apenas parecia ser um sinal de proteção vindo do Senhor.
Determinada a saber o que tanto me afligia, decidi abrir um livro da coleção “As Sete Irmãs”, posterior aos que li , e descobri que ela militou sobre o feminismo, usando até mesmo a linguagem, como forma de sinalizar feminismo/machismo desde o início desta história, o que me incomodou demais e larguei de mão. Eu não ia aguentar 500 páginas ou mais repletas de tanto discurso feminista e uma protagonista chata.
Além disso, descobri em uma sinopse de outro livro da mesma coleção, que outra das irmãs também era feminista e militante da causa ambientalista, me fazendo sentir ainda mais indignada.
Lucinda Riley tinha um talento enorme para escrever romances históricos, que muito me emocionaram e marcaram, mas depois comprou a cartilha woke e se corrompeu completamente. Muito triste, mas real. Está aí uma autora para as meninas/mulheres cristãs evitarem. Se quiserem romance histórico decente e edificante para ler, procurem uma autora cristã, é bem mais saudável e sem militância.
Rick Riordan
“Percy Jackson e os Olimpianos”, “Os Heróis do Olimpo” e “As Crônicas dos Kane” fizeram parte da minha adolescência, e foi Percy Jackson quem fez entrar para o mundo da fantasia, que eu aprendi tanto a amar e hoje, não dispenso um bom mundo fantástico e seu herói da vez. Essa foi uma influência positiva na minha vida, e que expandiu meus horizontes literários.
Tenho que confessar ainda, que no último ano (2024), li dois livros dele, que fazem da parte da nova trilogia de Percy Jackson e os Olimpianos, por pura emoção e nostalgia que me trouxe e, felizmente, nestes livros, não vi lacração, mas não posso dizer a mesma coisa dos demais.
Em “As Provações de Apolo” e “Magnus Chase e os Deuses de Asgard”, a lacração e militância são bem fortes, de modo que larguei de mão. Em “As Provações de Apolo”, Nico e Will namoram abertamente e em “Magnus Chase” — que eu li só primeiro livro e nunca mais li nada por pura intuição de Deus —, o Magnus é bissexual e atualmente namora um semideus nórdico de gênero fluido, que pode ser qualquer coisa: homem mulher, uma porta…
Tudo isso porque o Rick apoia a pauta LGBT militante e a ideologia de gênero, além de criticar abertamente o Trump e declarar voto no Partido Democrata, que não tem nada de democrático.
Ideologia de Gênero não é de Deus! Deus criou apenas dois sexos: homem e mulher. Dizer que a pessoa “pode ser o que quiser” negando a biologia e a Deus é pura loucura!
E por tudo isso, parei de consumir os escritos dele.
Esses foram os autores que não leio mais, mas essa é a minha opinião pessoal, baseada em meus princípios cristãos. Acho que ter opinião ainda pode, enquanto estou viva.
Deixe sua opinião sobre o assunto também.
Um beijo e até o próximo diário,
Com carinho,
Rebeca.
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