Mentiras Feministas 01: A mulher é oprimida

Hoje vamos inaugurar um quadro novo no blog, chamado Mentiras Feministas, em que vamos desmentir algumas das principais falácias ditas pelo movimento feminista, baseando em livros e artigos que eu li sobre o assunto. Se você se diz feminista e chegou aqui, saiba que não estou inventando nada. Isso está na história e ponto. 

Aproveitando o mês das mulheres, vamos elencar algumas das principais mentiras, começando pela mais clássica de todas: a falácia de que a mulher é o sexo oprimido, quando na verdade, é o sexo privilegiado. Essa ideia está na raiz do movimento feminista, porém, fica extremamente evidente na Segunda Onda Feminista, em que a autora Simone de Beavouir diz que a mulher é o “segundo sexo” ao criticar a Bíblia, porque Eva nasceu depois de Adão e, por isso, na cabeça dela, a mulher é menos favorecida desde a criação. É claro que é uma deturpação total da Bíblia, pois Deus criou a mulher para ficar AO LADO dele, ser sua companheira e lhe completar e exatamente por isso, foi criada desde a costela do homem. O casal foi criado para se completar, e não para competir entre si 

As feministas alegam que a figura feminina foi sempre oprimida pelos homens e pelo patriarcado, que deve ser excluído para que a mulher tenha destaque na sociedade, porém, se esquecem do quanto os homens sempre ficaram com os trabalhos mais pesados, de caçar, de treinar no exército para ir para a guerra, e correr risco de vida nas guerras, cujo maior consolo era saber que suas esposas estavam em segurança, cuidando de seus filhos. 

Costuma-se dizer que a mulher também foi submetida a um jugo de escravidão nos tempos antigos, porém, na realidade, havia muito mais homens escravos e trabalhadores submetidos a trabalhos braçais extremamente dificultosos, do que mulheres. 

Em seu livro “Guia de Bolso Contra Mentiras Feministas”, a autora Ana Caroline Campagnolo afirma que: 

“Com certeza, existiram muito mais homens poderosos do que mulheres poderosas; mas também existiram muito mais escravos homens trabalhando nas pirâmides e galés de navios do que mulheres.” 

A visão distorcida que as feministas possuem da história se dá pela comparação desigual entre os sexos, comparando por exemplo, homens brancos e senhores de engenho com a negra pobre e escrava no Brasil Colonial, esquecendo-se que também existiam homens pobres e escravos, e mulheres ricas e bem sucedidas, inclusive no Período Colonial, onde muitas mulheres ascendiam socialmente através do comércio e de alguma herança que recebiam, seja de sua família, de seu marido, ou de seu próprio senhor, quando este falecia e não possuía herdeiros ou parentes próximos, deixando seus bens para quem cuidava da casa. 

É muito fácil dizer que a mulher era oprimida, valendo-se de uma comparação injusta, como se apenas o homem se destacasse, sendo que os homens que mais se sacrificaram este tempo todo, em diferentes. A mulher nunca foi o sexo oprimido, e sim, o privilegiado. 

Quanto aos perigos, quando havia algum acidente, naufrágio, incêndio e outros momentos perigosos, as mulheres e crianças eram sempre os indivíduos salvos primeiro, enquanto os homens eram os últimos a sair dos locais, depois de salvar o resto das pessoas. Nas guerras, ou as mulheres ficavam em um lugar seguro para ficar com seus filhos, ou, quando iam para lá, trabalhavam para cuidar dos feridos em batalha, como a enfermeira cristã Florence Nightingale, que atuou com uma das pessoas da equipe de enfermagem na Guerra da Criméia.

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