[Resenha] Jesus, a Luz do Mundo

Informações do filme

Título: Jesus, a Luz do Mundo 

Duração: 1h31min 

Ano: 2025

Produtora: Salvation Poem 

Gêneros: Ação, Aventura,  Drama, Família

Onde assistir: Ultra Cine (grátis) 


Neste longa-metragem sobre a vida de Jesus Cristo, temos como pano de fundo, a família do Apóstolo João, irmão de Tiago Maior e filho de Salomé e Zebedeu. 

Durante o filme, vemos a descrença de Zebedeu em relação à figura messiânica de Jesus Cristo, enquanto Salomé sempre acreditou na vinda do Messias como uma grande promessa de Deus, transmitindo os valores cristãos a seus filhos desde cedo, mostrando ao espectador, a verdadeira importância da evangelização na família e de uma base familiar sólida e equilibrada. 

A narração se inicia com Salomé contando aos filhos sobre o pecado original de Adão e Eva, e a missão de Cristo em tirar o pecado do mundo, e, a partir desta introdução, a narrativa se desenvolve ao retratar a adolescência de João e sua jornada de amadurecimento ao lado de Cristo. 

As cenas evidenciam a personalidade determinada de João, ainda em sua adolescência, com extrema vontade de lutar por aquilo que acredita ser o correto, começando com suas críticas aos altos e absurdos impostos que os judeus deviam pagar na época. 

O encontro de João com Jesus foi muito emocionante (ele até conheceu Maria pessoalmente), e as cenas dele mostrando o quanto confia seriamente em Jesus mesmo com pouca idade, é admirável e de emocionar o público com a pureza e veracidade com que acreditava no Messias, como seu Mestre e Amigo, em quem confiava plenamente. É mais emocionante ainda, ver a reação de João no momento do sacrifício de Jesus, pois ele sentiu como se alguém de sua própria família estivesse sendo crucificado. 

No longa, vemos a misericórdia de Cristo reproduzida em Seus Milagres, como a cura do paralítico, do cego, o perdão de Maria Madalena e o salvamento de Pedro, quando este se afogou nas águas, após duvidar. 

Jesus sabia que um de seus apóstolos ia traí-Lo e que Pedro iria negá-Lo três vezes, contudo, ainda assim, os tratou com dignidade e misericórdia até o fim. Especificamente a relação entre Judas Iscariotes e Jesus Cristo, nos mostra que a maior nobreza não está em tratar apenas seus amigos com amor, mas sim, quando damos este mesmo amor, carinho e respeito, a uma pessoa que nos machuca ou machucou de alguma forma. 

Cristo tratou o perdão como a mais nobre das atitudes de um ser humano, de forma que, ao ser crucificado, disse a célebre frase: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem”. Desde aqueles tempos, e antes mesmo de Jesus vir à terra, já existiam corações corrompidos pela inveja, pelo mal que já condenou tantas pessoas inocentes, e a maior delas, morreu em uma cruz. 

O Senhor nos ensina a não nos rendermos a este mundo, e defendermos nossos valores até o fim. Ele não se curvou a Pilatos nem aos incrédulos, pois sabia que Sua Missão era bem maior do que qualquer coisa que este mundo pudesse Lhe oferecer, pois Ele próprio é o caminho, a verdade e a vida. 

É um absurdo ver que no cenário atual, há muitos que se dizem crentes, mas esperam aplausos de um mundo cruel e que jaz no maligno, ao invés de se preocuparem em agradar a Deus, pois, a única aprovação da qual precisamos é a que vem de Deus, e não dos homens. 

Para além disso, a história de Jesus nos mostra que a única coisa que um traíra merece é piedade, pois, alguém tão corrompido, não enxerga nada além de si mesmo, sendo digno de pena, o menor dos sentimentos. 

Ao final, se estamos aqui é por pura misericórdia de Cristo, que arriscou tudo pela humanidade e que morreu pelos nossos pecados, para nos ensinar que a luz vem d’Ele próprio e que, portanto, quem O segue deve ser a luz do mundo e o sal da terra. 

Quanto ao nosso protagonista, o Apóstolo João cumpriu a sua palavra com Jesus sobre ser um pescador de homens, assim como seu irmão Tiago e, ao fim, o jovem João conseguiu converter seu pai ao cristianismo, mostrando que as atitudes e palavras certas podem transformar a mente de uma pessoa e que, o primeiro e mais importante ministério da fé está em cuidar, proteger e evangelizar a nossa própria família. 

Entregar-se a Cristo foi a melhor escolha que o velho Zebedeu tomou em sua vida, aceitando a Jesus como Seu Salvador, tudo por conta de um filho devoto. 

Assim como Zebedeu, o melhor que podemos fazer a nós mesmos, é se entregar a Ele, pois Ele vive aqui e agora. 

E porque Ele vive, nós também podemos viver. 


Esta foi a resenha! 

Espero que tenham gostado! 

Com muito amor, 

Rebeca Arimi 



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