Combo “Idade Média”: Tudo que você precisa para entender a Idade das Luzes

Na escola dita “plural”, somos ensinados que a Idade Média foi a Idade das Trevas, e que se resume por peste negra, morte de inocentes nas Cruzadas e mortes na fogueira durante a Inquisição Católica. 

Estes aspectos negativos realmente aconteceram e, nenhum católico honesto vai negar que a lady Joana d’Arc morreu na fogueira, que a peste negra foi terrível e que muita gente morreu em muitas guerras, inclusive nas famigeradas Cruzadas. 

Entretanto, estes fatos não resumem a Idade Média. Quem reduz este período de 1.000 anos apenas às tragédias humanitárias, está considerando apenas um corte e não o período completo, com um claro viés de apagar os feitos históricos positivos da Cristandade. 

Sabendo dessa desinformação promovida pela escola e pelas universidades, a Editora Caravelas, fundada pelo professor de história e conservador Marcelo Andrade, veio a público lançar um Combo de 6 livros sobre a Idade Média, que contam as verdades que a escola esconde. 

A seguir, veremos um pouco sobre cada volume: 


1. Cidades Medievais, de Henri Pirenne

Neste livro, o autor diz brevemente e com clareza sobre a formação das cidades, desde as invasões bárbaras, até a formação dos burgos, da classe média (chamada de burguesia) e finalmente o surgimento das cidades e intensificação (e o surgimento de fato) da economia interna fechada, ou seja, começou-se a incentivar o comércio interno, em que as famílias comercializavam entre si e fortaleciam a economia de sua região, não mais sendo produtores exclusivamente de produtos para exportação via marítima.

 

2. História Econômica e Social da Idade Média, por Henri Pirenne 

Nesta obra, o autor explora o desenvolvimento e o avanço dos aspectos econômicos e sociais do medievo, com mais detalhes e profundidade do que em “Cidades Medievais”. Ele explora cada conceito de economia com clareza, assim como descreve as populações que se destacavam ou não nesse período, e suas respectivas causas, sendo uma excelente obra para compreender um panorama geral sobre a sociedade na Idade Média. 


3. Carlos Magno e Maomé, por Henri Pirenne 

Carlos Magno foi o maior (ou um dos maiores) Rei dos Francos, atual França. Em seu início, o livro explora as invasões bárbaras de outros povos brancos sobre os Francos, porém, depois se centra nas invasões muçulmanas na Europa, lideradas por Maomé, enquanto Carlos Magno e seus homens, liderados por Carlos Martel, seu general de confiança, batalhavam para expulsar os mouros de lá, ou a Europa se transformaria em um domínio árabe-mulçumano, excluindo toda a essência judaico-cristã que formou a Europa. 

Expulsar os mulçumanos de lá não era apenas uma disputa territorial; era uma batalha espiritual, em que a manutenção do Cristianismo e dos valores que formaram metade do mundo, estavam em jogo. 

Dito isso, os mouros nunca foram coitados e os cristãos nunca foram vilões, como a escola “plural” tenta incriminar e insinuar de toda forma. Na verdade, foi bem o contrário e, reis católicos, como Carlos Magno, estavam fazendo de tudo para manter o cristianismo vivo. Ironicamente, os cristãos são perseguidos e ameaçados até hoje, mas os que se dizem “democráticos” defendem o Islã que tanto mata cristãos, todos os anos. 

Em resumo, esta é uma obra bastante esclarecedora sobre o embate entre cristãos e mulçumanos, que terão sua resposta tardia dada por mais países cristãos de toda a Europa, conhecida como “Cruzadas” 

No mais, a obra também explora o período do Império Carolíngio, que teve seu início e auge com Carlos Magno, inclusive incentivando a educação e a cultura. 


4. A História das Cruzadas — sem mitos, por René Grousset 

As Cruzadas foram uma resposta tardia dos cristãos aos mulçumanos que invadiam a Europa desde o século VII, e as Cruzadas aconteceram apenas a partir do século XI, 300 anos depois. (pois bem, os cristãos foram MUITO LENTOS, mas antes tarde do que nunca) 

O livro “A História das Cruzadas” traz consigo um panorama geral com os principais fatos, personagens e detalhes sobre as Cruzadas, levando uma luz ao leitor a respeito deste assunto, desde a figura do Papa Urbano II até os guerreiros que participaram ativamente para salvar Jerusalém da mão dos mouros. 


5. A Cavalaria: o espírito que formou a Cristandade, por Léon Gautier

Este completíssimo calhamaço de 740 páginas, nos traz em primeira mão e em detalhes, tudo sobre a habilidade da cavalaria e sua história, pois foi essencial para que os cristãos lutassem pelo que acreditavam ser o certo, honrando a Deus de corpo, alma e espírito em um front de batalha. Uma obra primorosa, que muito vale a pena ter na estante. 


6. História da Inquisição, por Jean Guiraud 

Este é o menor dos livros da lista, mas, tamanho não é documento, e esta obra traz à tona uma temática muito importante na seara da história e da teologia: a Inquisição. 

Muitos dizem conhecer a Inquisição apenas por ouvirem falar do emblemático caso de Joana d’Arc, que morreu na fogueira ainda jovem por defender a Cristo. 

Essa lembrança não está errada, porém, há os bastidores desconhecidos sobre o surgimento da Inquisição. As mesmas pessoas que citam Lady Joana d’Arc não tem dimensão de como, quando e por que tudo começou e se desenvolveu até chegar a este extremo. 

Desta forma, este livro tem como propósito trazer um histórico fidedigno com a realidade dos fatos, sem apelar para romantismos e nem para a mitologia obscurantista pregada nas escolas e universidades brasileiras, narrando os fatos com responsabilidade, cujo objetivo principal é informar os leitores sobre o tema, utilizando uma linguagem acessível, clara e direta. 


Essas foram as recomendações de hoje! 

Com amor, 

Rebeca Arimi

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